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27 de janeiro de 2016

Comida japonesa - Faz bem a saúde?

Atualmente a comida japonesa é muito popular, não apenas pela sua apresentação e sabor, mas também por ser considerada uma comida muito saudável. Uma das características da cozinha japonesa consiste no preparo dos ingredientes de modo a conservar seu frescor e realçar seu aroma e sabor, inclusive conservando suas cores naturais.
A dieta japonesa é muito saudável, pois contém todos os nutrientes necessários em uma refeição e possui alguns alimentos com propriedades muito benéficas ao organismo.
Exemplos desses alimentos:
  • peixe é uma excelente fonte de ômega 3, um tipo de gordura benéfica para o coração, que reduz o colesterol e a pressão arterial.
  • alga possui vitamina C, importante para potencializar o sistema imunológico.
  • gengibre, utilizado para tempero, tem forte atividade antioxidante (que combate o envelhecimento das células).
  • soja reduz os níveis de colesterol ruim (LDL) no sangue, evitando o acúmulo de placas de gordura nas artérias.
  • Os cogumelos têm ácido glutâmico, que auxilia também o sistema imunológico.
  • O chá verde ajuda no bom funcionamento digestivo.
  • Grande uso de hortaliças, cujas fibras presentes trazem muitos benefícios à saúde.
Depois de saber todos esses benefícios, a minha dica é: Renda-se à Culinária Japonesa!

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Numa consulta de nutrição, o (a) nutricionista realiza uma anamnese nutricional, contendo histórico clínico, histórico alimentar, explicação da alimentação individualizada e realização de medidas antropométricas. Isto tudo é realizado com a finalidade de corrigir desvios nutricionais, fornecendo um esquema alimentar ideal e individualizado para cada paciente, para que haja um resultado mais eficaz e que o objetivo seja atingido, buscando o equilíbrio do organismo de acordo com as necessidades de cada indivíduo.
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28 de dezembro de 2015

Série Pimenta : Benefícios da Pimenta Biquinho

Pimenta Biquinho

Quem já provou a pimenta biquinho sabe que ela é diferente das outras pimentas, apesar da semelhança física. Por isso, muita gente ao ver a pimenta inteira em um prato se assusta e ouve de alguém mais entendido “pode provar que essa não arde”. E realmente não arde. Na definição de um amigo meu a biquinho parece que vai arder, mas fica só no sabor delicioso. Isso acontece porque a concentração de capsaicina (substâncias responsável pelo ardor) é bem menor que o de suas irmãs mais picantes.

Originária do Brasil

A pimenta biquinho recebe esse nome por causa do seu formato, semelhante a uma gota. Quando madura, ela tem coloração bem vermelha. Ela faz parte do grupo das pimentas-de-cheiro, assim a pimenta godê, a aroeira-vermelha e a cambuci. Quem acha que essa qualidade de pimenta apareceu no mercado há pouco tempo está certíssimo. Ela só começou a ser comercializada em grande escala depois de 2004, quando a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater/MG) passou a produzir a pimenta na cidade de Campo Florido. De lá pra cá, ela ganhou fama e conquistou o paladar de muitos brasileiros. Hoje é fácil encontrá-la in natura ou conserva nos supermercados de todo o país. Também é possível plantá-la em casa a partir das semente

Faz bem para quê?

Por se tratar de um produto relativamente recente, não existem muitos dados sobre suas propriedades nutricionais. Acredita-se que ela seja semelhante a outras pimentas aromáticas, contendo boas quantidades de minerais como o sódio, o cálcio, o fósforo e o magnésio. Devido à coloração vermelha, ela também contém betacaroteno, um antioxidante que favorece a absorção de vitamina A, e vitamina C, capaz de aumentar a imunidade do organismo. Por isso, comer biquinho pode sim fazer muito bem para a nossa saúde. Na comparação com as pimentas mais ardidas, ela tem menos capsaicina e, por isso, não é tão estimulante para o metabolismo. Por outro lado, pode ser menos agressiva para quem sofre com problemas no estômago.

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26 de dezembro de 2015

Mel: o alimento aliado do intestino



Este adoçante natural também ajuda a aliviar dor de garganta e melhora a qualidade do sono

O mel é um produto natural obtido a partir do néctar das flores e de excreções da abelha. Além de ser um ótimo adoçante natural, este alimento é cheio de benefícios porque conta com ação antimicrobiana, capaz de impedir o crescimento ou destruir micro-organismos e assim proteger contra doenças. 

O mel também conta com ação antioxidante e prebiótica, esta última modifica o balanço da microbiana intestinal, estimulando o crescimento e/ou atividade de micro-organismos benéficos. Por ser rico em caroidratos e açúcar o mel é ótima fonte de energia. O mel também conta com ação antioxidante e prebiótica, esta última modifica o balanço da microbiana intestinal, estimulando o crescimento e/ou atividade de micro-organismos benéficos. Por ser rico em carboidratos e açúcar o mel é ótima fonte de energia. O alimento também conta com potássio, magnésio, sódio, cálcio, fósforo, ferro, manganês, cobalto, cobre e alguns outros minerais. Entre estes nutrientes, o potássio é o que está mais presente no mel e é interessante para o equilíbrio da pressão arterial. 

Os tipos de mel 
O sabor, aroma e cor do mel irão variar de acordo com as floradas, definidas a partir do tipo de flor que a abelha coleta o néctar para produzir este doce. Alguns benefícios do mel podem ser mais fortes em determinados tipos do que em outros. Confira os principais tipos de mel consumidos no Brasil: 
Mel silvestre: Este é o mais ingerido no Brasil e é proveniente de diversas flores. É considerado interessante para a pele, vias respiratórias, tem efeito antioxidante e propriedades calmantes. 
Mel de flor de eucalipto: Possui um sabor mais forte e coloração escura. É interessante para o tratamento auxiliar e alivio de infecções intestinais, vias urinárias e doenças respiratórias. 
Mel de assa-peixe: Possui aroma e sabor agradáveis e possui efeito calmante e expectorante.        
Mel de flor de laranjeira: Conta com sabor suave e regula a função intestinal e tem efeito calmante.    
Mel de cipó-uva: possui ação antioxidante, especialmente no fígado, por isso pode ajudar a diminuir os efeitos do álcool. 

Principais nutrientes do mel

O mel conta com boas quantidades de açúcar e carboidratos e por isso ele é uma ótima fonte rápida de energia. Ele também possui alguns ácidos orgânicos, sendo que um deles, o ácido glucônico, contribui para a formação do peróxido de hidrogênio, um poderoso antibactericida. O ferro e o cobre presentes no mel contribuem para a ação antimicrobiana. 
O ácido glucônico também tem forte ação antioxidante. O mel ainda conta com grande número de compostos que proporcionam este mesmo benefício. Os ácidos fenólicos, os flavonoides, certas enzimas, como a glicose oxidase, catalase e peroxidase, ácido ascórbico, hidroximetilfurfuraldeído e carotenoides. Todas as substâncias contribuem para combater os danos causados por agentes oxidantes, presentes nos alimentos e no corpo humano, e assim prevenir o envelhecimento e doenças como o Alzheimer, cardiovasculares, entre outras.  
O mel conta com carboidratos não digeríveis e oligossacarídeos que são prebióticos. Isto significa que eles contribuem para a manutenção da microbiota intestinal e assim estimulam o trânsito intestinal, cooperam com a consistência normal das fezes, previnem diarreia e constipação. 
Este adoçante natural possui potássio, interessante para o equilíbrio da pressão arterial, cálcio, importante para a saúde dos ossos, ferro, necessário para a prevenção da anemia, e outros minerais. 
Nutrientes
Mel - 25 gramas
Calorias
77.25 kcal
Carboidratos
21 g
Cálcio
2.5 mg
Magnésio
1.5 mg
Ferro
0.075 mg
Potássio
24.75 mg
Fósforo
1 mg
Fonte: Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos / Taco - versão 2, UNICAMP     
Confira qual a porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes que a porção recomendada, 25 gramas (uma colher de sopa), de mel carrega: 
  • 7% de carboidratos
  • 0,5% de ferro
  • 0,25% de cálcio.

Benefícios do mel

Bom para dor de garganta: Sua avó estava certa! Como o mel possui ação antimicrobiana, capaz de impedir o crescimento ou destruir micro-organismos, ele é interessante para aliviar a dor de garganta momentaneamente. Mas é importante ressaltar que não há nenhum estudo científico comprovando que o mel trate as causas desse sintoma, como uma faringite por exemplo, e nem a evolução da doença relacionada a uma dor de garganta. 

As característica do mel que fazem com que ele tenha esta ação antibiótica são: o baixo ph, proporcionando um ambiente ácido que pode inibir o desenvolvimento de muito micro-organismos, pouca quantidade de água, que não proporciona condições favoráveis para o crescimento das bactérias. Além disso, o mel possui o ácido glucônico que contribui para a formação do peróxido de hidrogênio, um poderoso antibactericida. 

Bom para problemas respiratórios: Pesquisas mostraram que bactérias causadoras de algumas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses micro-organismos estão a Haemophilus influenzae, responsável por infecções respiratória e sinusites, Mycobacterium tuberculosis, que leva a tuberculose,Klebsiella pneumoniae e Streptococcus pneumoniae, que causa a pneumonia. Nesse caso, vale a mesma ressalva em relação à dor de garganta. O mel pode ajudar aliviando os sintomas e o desconforto, mas não promove a cura da doença em si. O tratamento dessas doenças, portanto, deve ser indicado por um especialista. 

Bom para o intestino: O mel pode ser um importante aliado na manutenção da microbiota intestinal (conhecida como flora intestinal), que são bactérias benéficas que carregamos ali. Contribuindo assim para um melhor trânsito intestinal, a consistência normal das fezes, prevenção de diarreia e constipação. 

Com a microbiota boa, quando a pessoa consumir fibras as bactérias do bem transformam as fibras em ácidos graxos de cadeia curta, que impedem que os micro-organismos ruins do intestino invadam a corrente sanguínea e se espalhem pelo nosso corpo, criando uma defesa indireta. 

Todos estes benefícios ocorrem porque o mel possui carboidratos não digeríveis e oligossacarídeos que são prebióticos, ou seja, contribuem para a manutenção da microbiota intestinal. Além disso, pesquisas mostraram que bactérias causadoras de algumas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses microrganismos estão: Escherichia coli, causadora de diarreia e infecções urinárias e Salmonella species, que pode levar a diarreia. 

Bom para pele: O mel é rico em antioxidantes, como ácidos fenólicos, os flavonoides e os carotenoides. Por isso, o alimento contribui para a diminuição dos radicais livres e assim previne o envelhecimento precoce e contribui para a pele mais bonita e saudável. O mel pode ser ingerido ou utilizado em cosméticos como sabonetes e cremes. 

Ao ser passado na pele algumas pesquisas, entre elas uma da Universidade de Ouagadougou de Burkina Faso, observaram que o mel pode agir como cicatrizante de feridas e em casos de úlceras, queimaduras e abscessos na pele. Os micro-organismo staphylococcus aureus e salmonela typhimurium, ambos causadores de infecções em ferimentos, são sensíveis a ação antibacteriana do mel. 

Ação antioxidante: Isto faz com que o mel ajude a diminuir os radicais livres e assim contribua para evitar o envelhecimento celular, proporcionando uma pele mais bonita e saudável e prevenindo doenças como o Alzheimer, cardiovasculares, entres outras. 

As substâncias presentes no alimento que proporcionam este benefício são: ácido glucônico, os ácidos fenólicos, os flavonoides, certas enzimas, como a glicose oxidase, catalase e peroxidase, ácido ascórbico, hidroximetilfurfuraldeído e carotenoides. 

Diminui os riscos de infecção urinária: Alguns estudos apontaram que bactérias causadoras de certas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses microrganismos estão a streptococcus faecalis, proteus species e pseudomonas aeruginosa, todas elas podem causar a infecção urinária. 

Melhora o sono e ajuda a relaxar: O mel estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar. O alimento é um carboidrato fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, que é o hormônio responsável por baixar os níveis de estresse do organismo, melhorando o bem-estar. O mel tem uma função importante como regenerador da microbiota intestinal, quando combinado aos lactobacilos presentes no intestino. Sabe-se que mais de 90% da serotonina é produzida no intestino, portanto o mel ajuda a manter a integridade intestinal colaborando com uma melhor regulação neuro-endócrina, com mais serotonina e mais disposição e sensação de prazer.  

Quantidade recomendada de mel

O quanto consumir de mel por dia pode variar entre uma colher de chá, cerca de 10 gramas, a uma colher de sopa, aproximadamente 25 gramas. É importante ressaltar que este alimento deve ser inserido em uma dieta saudável. 

Como consumir o mel

O mel pode ser utilizado como uma substituição saudável ao açúcar refinado na preparação de bolos, tortas, biscoitos, entre outros doces. Também é interessante consumi-lo com torradas, frutas, iogurtes, sucos e até mesmo na receita de carnes. 
Evite o aquecimento em excesso do mel, pois isto pode reduzir a acidez e a umidade do alimento e causar a perda de algumas enzimas, fazendo com que o alimento deixe de ter parte de suas propriedades benéficas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária orienta aquecer o alimento até no máximo 70 graus. 
Mel cristalizado: Por ser uma solução rica em açúcar, quando armazenado em temperaturas abaixo da média da colmeia, que é entre 34 e 35 graus, o mel pode cristalizar. Para que ele volte ao estado líquido sem perder as propriedades nutricionais a orientação é colocar a quantidade a ser utilizada de mel em um pote em banho-maria a 45 graus durante cinco minutos. Deixe a água esfriar com o pote dentro. 
Cuidados com a origem do mel: É importante ficar atento para a procedência do mel. Opte sempre pelo produto que tem as informações do fabricante e o selo do Serviço de Inspeção Federal (S.I.F). O S.I.F pertence ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal que tem por objetivo normatizar e autorizar a produção e comercialização de todos os alimentos de origem animal no Brasil.  

Comparando o mel com outros alimentos

Nutrientes
Mel - 25 gramas
Melado - 25 gramas
Açúcar refinado - 50 gramas
Açúcar mascavo - 50 gramas
Calorias
77.25 kcal
74 kcal
193.5 kcal
184.5 kcal
Carboidratos
21 g
19.15 g
49.75 g
47.25 g
Cálcio
2.5 mg
25.5 mg
2 mg
63.5 mg
Magnésio
1.5 mg
28.75 mg
0.5 mg
40 mg
Ferro
0.075 mg
1.35 mg
0.05 mg
4.15 mg
Potássio
24.75 mg
98.75 mg
3 mg
261 mg
Fósforo
1 mg
18.5 mg
0 mg
19 mg
Fonte: Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos / Taco - versão 2, UNICAMP. 
*Comparação baseada nas quantidades diárias recomendadas de cada alimento. Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kj. Seu valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.         
O mel é muito mais saudável para a alimentação do que o açúcar refinado. Enquanto o primeiro possui uma série de substâncias que proporcionam benefícios para o organismo, o segundo é somente fonte de calorias, sem outros nutrientes interessante. 
Já o açúcar mascavo não passa pelo processo de refinamento e por isso preserva nutrientes em sua composição. Ele conta com boas quantidades de ferro, importante para evitar a anemia, e potássio, nutriente que participa do processo de equilíbrio da pressão arterial. Além disso, o alimento possui magnésio, fósforo e cálcio. Porém, o alimento não possui as propriedades antioxidantes, antibacterianas e prebióticas do mel. 
O melado, que assim como o açúcar refinado e mascavo é derivado da cana de açúcar, é uma outra opção para adoçar, pois não passa pelo refinamento. Assim, ele possui boas quantidades de nutrientes semelhantes aos do mascavo, como o ferro e o potássio. Alguns estudos apontam que o melado é interessante para a prisão de ventre. Contudo, ele também não possui as propriedades antioxidantes, antibacterianas e prebióticas do mel. 

Combinando o mel

Mel + cereais: O mel possui ação prebiótica que melhora a microbiota intestinal e os cereais, como aveia, são ricos em fibras. Com a microbiota boa, quando a pessoa consumir fibras as bactérias do bem transformam as fibras em ácidos graxos de cadeia curta, que impedem que os micro-organismos ruins do intestino invadam a corrente sanguínea e se espalhem pelo nosso corpo, criando uma defesa indireta. 

Mel com leite é uma ótima combinação para o sono
Mel + leite: A combinação pode ser ótima para melhorar a qualidade do sono, principalmente para quem tem mais dificuldade de desligar o cérebro antes de dormir. A temperatura morna do leite é reconfortante, ajudando o corpo a relaxar. Além disso, o alimento é fonte de triptofano, aminoácido que melhora o bem-estar e prepara para o sono. Já o mel, além de também ser fonte de triptofano, é uma fonte de carboidrato simples, que também ajuda no sono, pois facilita a absorção do triptofano. 

Contraindicações

O mel não deve ser consumido por crianças menores de um ano. Isto porque o alimento pode ter clostridium botulunum, bactéria causadora do botulismo. A doença pode causar problemas de saúde sérios como visão dupla e embaçada, fotofobia, tonturas, boca seca, constipação, comprometimento do sistema nervoso (dificuldades para engolir, falar, se mover) e comprometimento dos músculos respiratórios. Esta quantidade de bactéria presente no mel pode ser prejudicial para crianças com menos de um ano porque elas não possuem a microbiota completamente formada. Para os adultos saudáveis esta quantidade declostridium botulunum não é prejudicial. 
Além disso, o mel não é recomendado para pessoas que possuem diabetes. Isto porque este alimento rico em açúcar pode levar a picos de glicemia no organismo. Grávidas também devem ficar atentas ao mel e procurar incluí-lo em uma dieta saudável, a fim de evitar o risco de diabetes gestacional. 

Riscos do consumo excessivo

Como o mel é muito calórico e rico em açúcar o consumo em excesso pode causar o ganho de peso. Além disso, grandes quantidades de mel, assim como o açúcar, podem elevar os níveis de glicose no sangue rapidamente, fazendo com que os níveis de insulina aumentem e consequentemente a longo prazo isso pode levar a resistência à insulina que favorece o diabetes tipo 2. 
Fontes consultadas: 
Nutrólogo Roberto Navarro (CRM SP 78.392)

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19 de dezembro de 2015

Fica a dica...



Dicas gerais
1) Procure manter a "dieta" de segunda à sexta-feira, mas cuidado com os excessos de final de semana. Comer de “tudo”, mas cuidar com as quantidades.
2) Quando tiver vontade de beliscar: Primeiro beba 1 copo de água, depois escolha: Gelatina diet/light ou capuccino diet ou chá ou frutas secas, água de coco ou refrigerante diet/light ou refresco diet/light.
3) Alimentos que podem apresentar consumo livre: Chá ou café (com adoçante), água de coco, refrigerante diet/light, limonada (com adoçante), gelatina diet/light, suco de melão ou melancia (sem açúcar) e hortaliças.
4) Quando sair para comer fora: Escolher pratos que acompanhem legumes e usar bebida alcoólica com moderação (intercalada com 1 copo de água).
5) No inverno, é possível substituir saladas cruas por uma excelente salada quente. Refogue verduras ou cozinhe no vapor, mas não por muito tempo, para não perder os nutrientes.
6) Temperos que emagrecem: Pimenta vermelha (3g/dia), gengibre (1 colher de chá/ dia) e vinagre de maçã (2 colheres de chá/dia) são alimentos termogênicos, capazes de acelerar o metabolismo.
7) Diuréticos naturais: Quem tem a tendência de reter líquidos, pode amenizar o problema incluindo salsa na dieta. Ela atua no organismo como um diurético natural, ajudando os vasos sanguíneos a eliminar o excesso de líquidos. Pode ser adicionada em sanduíches, sopas e chás.
8) Uva no lugar do vinho: Segundo pesquisas recentes, o suco de uvas vermelhas também funciona na prevenção de problemas cardiovasculares por ter uma carga de antioxidantes semelhantes ao do vinho tinto.
9) Comece pela salada: Pessoas que comem saladas antes do almoço consomem 12% menos de calorias do que se fossem direto ao prato principal.
10) Frutas grelhadas: Para uma sobremesa deliciosa e de baixa caloria, grelhe suas frutas favoritas e acrescente canela.
11) Beba 2 litros de água por dia entre as refeições.
12) Uma opção de fruta que não pode faltar diariamente é a maçã, pois protege o coração das doenças cardiovasculares.
13) Consuma peixe pelo menos 1 vez por semana.
14) Temperar a salada com 1 colher de sobremesa de azeite de oliva extra virgem.
15) Consuma alimentos integrais, que são ricos em fibras, retardam a absorção dos carboidratos e são mais nutritivos que os refinados.
16) Escolha sempre cores variadas de frutas e verduras, pois cada cor representa um tipo diferente de vitamina e esses pigmentos protegem nosso corpo de inúmeras doenças (vitaminas antioxidantes).
17) Consuma as carnes brancas e magras com mais frequência, como por exemplo, frango, peixe, atum sem óleo e carne de porco magra.
18) Retire toda a gordura visível das carnes antes de cozinhá-las.
19) Para preparo das carnes, prefira grelhado, cozido, ensopado ou assado.
20) Use ovos cozidos e nunca fritos, no máximo 3 vezes por semana, pode ser substituído pela carne.
21) Procure não abusar da gordura ao preparar alimentos.
22) Beba muita água durante o dia, mas não durante as refeições, pois atrapalha a digestão e distende o abdômen.
23) Evite doces como sobremesa, substitua por frutas.
24) Jamais fique em jejum. Coma a cada 3 a 4 horas.
25) Evite açúcar e farinha branca.
26) Evite gorduras animais saturadas encontrados no leite integral, queijos amarelos, creme de leite, banha e pele de aves.
27) Coma verduras de folhas verde escuras como brócolis, couve, espinafre, pois contém bioflavonoides, substâncias que interferem no metabolismo das gorduras.

Fonte de pesquisa: Nutrição Funcional

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