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8 de dezembro de 2015

Fase Gravidez : conheça 10 alimentos super poderosos para a gravidez!

Alimentar-se bem durante a gravidez muitas vezes parece uma tarefa complicada, especialmente porque há informações tão contraditórias a respeito do que faz ou não bem para você e seu bebê em desenvolvimento.
Quem já não ouviu falar, por exemplo, que ovos são ótimos ou péssimos? Como não ficar confusa quando alguns especialistas condenam bife de fígado , enquanto outros dizem ser um excelente alimento para grávidas?
Você não tem que gostar de todos ou comê-los a toda hora, mas procure escolher alguns dos seus favoritos para dar aquele empurrãozinho nutricional na sua gravidez.

Ovos
Além de poucas calorias, os ovos contêm mais de 12 vitaminas e minerais e ainda uma quantidade nada desprezível de proteínas, substância essencial para a intensa produção de células que acontece no corpo do bebê.
São também ricos em colina, um nutriente que promove o crescimento do bebê e sua saúde cerebral, ao mesmo tempo que ajuda a prevenir defeitos do tubo neural. Você pode procurar ainda marcas de ovos enriquecidos com ômega-3, um tipo de gordura que promove o desenvolvimento do cérebro e da visão.
E como fica toda aquela polêmica de que os ovos fariam mal por causa do colesterol alto?
Gorduras saturadas presentes em frituras e certos alimentos congelados como pizzas e hambúrgueres fazem mais mal para o seu colesterol do que o colesterol naturalmente encontrado nos ovos.
A especialista defende que mulheres saudáveis, com níveis normais de colesterol no sangue, adotem ovos na sua alimentação sem medo.
Aqui vão mais alguns argumentos para convencê-la: ovos são baratos, fáceis e rápidos de fazer e altamente versáteis.
Se você estiver cansada demais para preparar uma refeição completa, pode preparar uma omelete caprichada com outros ingredientes de sua preferência ou até acrescentar um ovo cozido em sua salada.
Lembre-se somente de cozinhar os ovos bem para evitar o risco de transmissão de salmonela, uma bactéria que provoca infecções alimentares graves e pode levar até a partos prematuros e abortos espontâneos.

Sardinhas
Peixe abundante e de baixo custo nas feiras e mercados de todo o país, a sardinha conta com proteínas completas e de alto valor biológico, ferro, fósforo, magnésio, vitaminas A, B, D, E e K.
Apresenta ainda uma elevada quantidade de ácidos graxos essenciais do tipo ômega-3, cujo efeito é proteger o corpo contra doenças cardiovasculares. O famoso ômega-3 -- uma gordura poli-insaturada -- diminui os triglicérides e o colesterol total do sangue, baixando como consequência o colesterol ruim (LDL) e aumentando o bom (HDL).
Para aproveitar ao máximo todos os benefícios da sardinha, a forma de preparo é fundamental, já que se ela for frita ou colocada em microondas acaba perdendo suas propriedades. O ideal é preparar sardinhas assadas ou cozidas.
Outra coisa a ser evitada é comprar sardinhas enlatadas, em conserva tanto em óleo como em tomate, porque, nesse formato, possuem alto índice de sódio e podem elevar sua pressão arterial.
Para não enjoar de só comer sardinha, você pode alternar com outros peixes nutricionalmente tão ricos como salmão, cavala ou arenque.

Feijão
O feijão é um alimento muito rico nutricionalmente, sendo fonte de proteínas, ferro, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas (principalmente do complexo B), carboidratos e fibras. Além disso, possui substâncias antioxidantes vinculadas a um menor risco no desenvolvimento de alguns tipos de câncer e a uma menor incidência de doenças degenerativas.
Contém ainda fibras solúveis que, depois de ingeridas, transformam-se em gel, permanecendo mais tempo no estômago e acarretando em uma maior sensação de saciedade. Esse "gel" que mata a fome serve também para atrair as moléculas de gordura e de açúcar, as quais são posteriormente eliminadas pelas fezes, ajudando a reduzir os níveis de colesterol e glicemia do sangue.
As proteínas do feijão têm valor nutricional pouco inferior às apresentadas pelas carnes, com uma vantagem: quando combinadas ao arroz, formam uma mistura de proteínas mais nutritiva.
Para facilitar o preparo do feijão, procure deixá-lo de molho, de preferência em água quente, cerca de 20 minutos antes do cozimento. Se tiver panela de pressão para cozinhar, melhor, porque ela acelera o processo e há menos perdas nutricionais no cozimento.
É no grão que está localizada a fibra, por isso faça uma forcinha para consumi-lo também, caso você seja do time que só gosta do caldo.
Como para algumas pessoas o feijão causa gases (que já são mais frequentes de qualquer forma durante a gravidez), diminua a frequência do consumo se não estiver fazendo bem para você. Aí você pode experimentar com outras leguminosas também bem nutritivas, como soja, grão-de-bico ou lentilha.

Pão integral
O pão integral apresenta as mesmas propriedades de vitaminas, magnésio, cálcio, potássio, fósforo e ferro do que o pão branco, com a vantagem de os benefícios serem em quantidades mais significativas.
Possui ainda fibras que auxiliam no bom funcionamento do intestino (boa notícia para qualquer grávida que sofre de prisão de ventre), controle do colesterol e maior sensação de saciedade -- só não vale abusar dos recheios gordurosos e calóricos demais. Utilize pouca manteiga e dê um gostinho diferente, de vez em quando, com geleia.
Você pode também fazer uma gostosa pasta de ricota batida no liquidificar com ervas (manjericão, orégano e alecrim), uma pitada de sal e um fio de azeite. Passe essa espécie de patê no pão e coma com alface, tomate e cenoura ralada.
Mesmo sendo um ótimo alimento, não exagere no consumo de pão integral (não ultrapasse quatro fatias), pois, além de aumentar o total de calorias, substâncias chamadas de fitatos presentes em sua composição podem impedir a absorção de alguns minerais como o cálcio e o zinco.

Aveia
A aveia auxilia o sistema imunológico a se manter ativo, algo importantíssimo durante a gestação, quando há uma baixa natural da imunidade da mulher e, portanto, uma maior suscetibilidade a doenças e infecções.
Assim como o feijão, a aveia é também rica em fibras solúveis, do tipo que "limpam" as artérias do corpo e ajudam a reduzir taxas do colesterol ruim (LDL). Pode ser classificada como um verdadeiro coquetel mineral por conter cálcio, ferro, potássio, sódio, fósforo, selênio e zinco.
A recomendação de consumo é de 20 a 30 gramas ao dia, sendo que uma colher de sopa tem em média 20 gramas. O farelo de aveia é a forma mais nutritiva de ingerir o alimento, que pode ser adicionado a frutas, iogurtes e vitaminas, além de preparações salgadas, como sopas e saladas (em algumas regiões do país já existe à venda granola salgada justamente para essa finalidade).

Castanhas do pará
Você não é lá muito fã de peixe ou de ovos, mas, ainda assim, quer incluir o tão falado ômega-3 na sua alimentação porque ele é importante para o desenvolvimento do cérebro do bebê?
Então experimente incluir um lanchinho com três ou quatro castanhas do pará sempre que possível no seu dia. Outro jeito gostoso é acrescentá-las picadas na salada ou no sorvete para um crocante a mais.
Nessa mesma categoria, das oleaginosas, estão também as nozes, amêndoas e castanhas de caju, torradas ou cruas. Procure comprar qualquer uma delas sem adição de sal, para não correr o risco de sua pressão arterial subir.
"Cuidado também para não exagerar na quantidade, já que, como o próprio nome diz, oleaginosas possuem grande quantidade de gordura e isso pode gerar ganho de peso indesejado".

Iogurte
A maioria dos iogurtes é extremamente saudável e nutritiva, mas os melhores são os que contêm pouca ou nenhuma quantidade de açúcar e os desnatados. É bom lembrar também que iogurte e sobremesa láctea (normalmente de chocolate!) são produtos diferentes.
Cuidado com as versões light e diet dos iogurtes, já que, para manter o paladar adocicado, elas recebem adoçantes, cujo consumo na gravidez ainda gera discussões, dependendo de sua composição.
Os dois principais nutrientes do iogurte são a proteína, fundamental para a construção das células do corpo do bebê, e o cálcio, vital para a formação dos ossos e dentes. Iogurtes do tipo "grego" são ainda mais recomendados porque costumam ter o dobro de proteína que os iogurtes comuns.
Além disso, as bactérias naturalmente presentes no iogurte são excelentes para equilibrar a flora intestinal e também evitam o crescimento de micro-organismos indesejáveis que causam doenças.
Se você não gosta do gosto do iogurte natural, experimente misturar a ele um pouquinho de mel e frutas frescas picadas, ou então preparar uma bebida bem nutritiva com iogurte batido no liquidificador, frutas, mel e umas colheradas de aveia.

Couve manteiga
Quem diria que uma verdura das mais despretensiosas pudesse ser tamanha fonte de nutrição? A couve contém mais ferro e cálcio que quase qualquer outra verdura, e seu alto teor de vitamina C aumenta a capacidade de absorção desses minerais pelo organismo.
É ainda excelente fonte de betacaroteno e vitamina E, de ácido fólico, ferro e potássio.
Servir couve com molho de limão ou com outras frutas cítricas na mesma refeição acelera a absorção de ferro e cálcio (se preferir, pode tomar uma limonada ou um suco de laranja). Para preservar as vitaminas A e C, é bom cozinhá-la rapidamente com pouca água. Outra forma de cozimento é só no vapor ou ainda em caldo para uma deliciosa sopa.
Comer couve crua, como salada, também é uma ótima opção.

Patinho (carne bovina magra)
Por conter grande quantidade de ferro, o patinho é um tipo de carne bastante indicado às mulheres grávidas na prevenção da anemia, uma doença nada incomum na gestação e que pode provocar cansaço e mal-estar.
O patinho é uma carne que tem proteínas de alto valor biológico para o crescimento saudável de músculos, órgãos e todos os tecidos em formação do bebê. Conta ainda com significativa concentração de vitaminas do complexo B, em especial a B12, essencial no desenvolvimento do sistema nervoso.
Prefira as preparações cozidas e assadas. Cortado em fatias, o patinho transforma-se em um dos melhores bifes que se pode conseguir a partir de carne bovina. É também uma excelente opção para fazer carne moída, almôndegas, bolo de carne e hambúrguer caseiro.

Laranja
Possui grande quantidade de vitamina C , a qual, associada a algum alimento que seja fonte de ferro, auxilia na absorção desse mineral tão fundamental para qualquer gestante.
Além de vitamina C, a laranja é também fonte de minerais como cálcio, ferro, fósforo, vitamina A e potássio, auxiliando assim na defesa do organismo contra infecções. Por ser rica em fibras, funciona como um regulador intestinal natural (coma com bagaço e tudo, incluindo a parte branca).
Como a vitamina C se oxida rapidamente, é preciso que você consuma laranjas imediatamente após descascar. No caso do suco, ele pode ser ingerido até duas horas depois do preparo para manter suas propriedades.

20 de novembro de 2015

Série : Nutricionista explica: Carboitrados

Carboidratos


Os carboidratos são combustíveis perfeitos para o corpo e o cérebro. Embora a maioria das pessoas consiga obter a quantidade necessária por meio dos alimentos, os atletas muitas vezes precisam usar suplementos para suprir uma necessidade maior do seu organismo.
Um grama de carboidrato contêm 4 calorias. Os carboidratos podem ser convertidos em glicose (desejado) ou gordura (indesejado). Eles são divididos em duas categorias, carboidratos complexos e carboidratos simples.
Os carboidratos simples são facilmente absorvidos pelo intestino e utilizados como principal fonte de energia pelo organismo. Estes são absorvidos facilmente por possuir uma pequena cadeia química, que facilita esse processo. Alguns exemplos são açúcar de mesa, geleias e frutose.
Os carboidratos complexos, tais como batata, arroz, pão, macarrão, etc., possuem uma grande cadeia química e requerem mais tempo para serem absorvidos pelo intestino.
Ambos os carboidratos serão transformados em glicose no intestino, para que assim possam ser absorvidos pela corrente sanguínea.
Depois de transformados em glicose no intestino ligam-se a molécula de oxigênio transformando-os em glicogênio. Este é armazenado na corrente sanguínea, nos músculos e nos órgãos internos (principalmente no fígado). Tão logo as três primeiras áreas de depósito estejam completas, a quantidade excessiva de carboidratos passa a ser armazenada em forma de gordura; portanto é necessário saber quanto e que tipo de carboidrato devemos consumir; Caso contrário toda sua massa muscular ficará encoberta por um cobertor de gordura, de forma que ninguém nem você a consegiirá ver. Isso ocorrerá com muita facilidade, porque armazenar gordura é o melhor que o corpo humano sabe fazer.

Alimentos Ricos em Carboidratos

Dos seis grupos alimentares, as de amido (pães, massas, cereais, etc...), frutas e vegetais são as que mais fornecem carboidratos. Você deve se lembrar de que esses três grupos alimentares representavam a base do Guia da Pirâmide Alimentar. Alguns alimentos dos grupos da carne e do leite contêm quantidades de carboidratos que vão de moderadas a altas.
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Basicamente, uma pessoa em período de treinamento físico, deve consumir de 2-4 gramas de carboidrato por quilo de peso corporal ao dia, dividindo-os em diferentes refeições. Portanto, uma pessoa com 80kg, deve consumir em média 160-320 gramas de carboidratos diários. Esse valor pode variar dependendo dos objetivos do indivíduo, se o treinamento for voltado para a perda de peso esse número pode reduzir, e o contrário acontece caso o objetivo seja ganhar massa muscular.
Como vimos no início do post , existem dois tipos de carboidratos, os simples e os complexos, e você deve estar se perguntando qual deve ser priorizado na dieta. Durante o dia, consuma os carboidratos complexos, pão, macarrão, etc., pois eles vão garantir a energia que seu corpo necessita. Na hora do treino, de preferência aos carboidratos simples, como Gatorade ou Dextrose. Essas bebidas tem mais facilidade de absorção, e no horário de treinamento o organismo tem uma extraordinária capacidade de absorção de nutrientes.

Até amanhã!
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17 de novembro de 2015

Dicas para Controlar e Perder Peso



O segredo para quebrar qualquer hábito formado é a autodisciplina, ou força de vontade. O componente mais importante do programa de controle de peso é você. É preciso querer perder peso e assumir a maior responsabilidade no cumprimento da meta. Você precisa estar convencido de que reduzindo seu peso corporal sua vida será melhor, e fazer dessa meta uma prioridade. Além disso, é preciso tolerar algum desconforto à medida que realiza as alterações de estilo de vida.
Tanto metas realistas de curo prazo como de longo prazo precisam ser estabelecidas, A meta de longo prazo poderia ser a perda de 18 Kg em seis meses, enquanto a meta de curto prazo poderia ser a perda de 500 gramas a 1 Kg por semana. Perder 18 Kg pode parecer uma tarefa desanimadora, mas estabelecer pequenas metas, isto é, poucos quilos por mês, é uma das chaves do sucesso.
Como diz o ditado, sucesso atrai sucesso; por isso, é extremamente importante estabelecer metas de curto prazo que possam ser atingidas em um período razoável, pois dessa maneira você conseguirá se motivar para atingir as metas de longo prazo. Ao atingir sua primeira meta de curo prazo, deve estabelecer imediatamente uma nova meta de curto prazo, e, assim você vai conseguindo atingir a de longo prazo. É importante lembrar que não existe meta inicial de curto prazo pequena demais, pois, por menor que ela seja, ajudará você a atingir sua meta de longo prazo.
Um dos primeiros passos no programa de modificação comportamental é identificar os fatores ambientais, físicos e sociais que podem trazer problemas. Manter um diário de suas atividades durante uma semana ou duas pode ajuda-lo a identificar alguns padrões de comportamento que contribuem para o excesso de comida e para o peso extra. Veja alguns fatores que devem podem ser anotados cada vez que você come.
Tipo e quantidade de comida – Esse fator pode estar relacionado a outros. Por exemplo, nos seus lanches você consome alimentos ricos em gordura?
Refeição ou lanche – Às vezes você se pega beliscando quatro a cinco vezes ao dia?
Período do dia – Você come em horários regulares ou janta perto da hora de ir para cama?
Grau de fome – Qual o seu grau de fome ao comer – muita ou nenhuma fome? Pode ser que você esteja beliscando quando não está com fome.
Atividade – O que você faz enquanto come? Você pode descobrir que comer guloseimas e ver televisão estão associados.
Local – Onde você come? A lanchonete do seu trabalho ou da escola pode ser o local onde você come alimentos com alto conteúdo de calorias.
Pessoas envolvidas – Com que você come? Você come mais quando está sozinha ou quando está com outras pessoas? Estar com certas pessoas pode disparar o mecanismo de excesso de consumo de comida.
Aspecto emocional – Como você se sente ao comer? Talvez coma mais quando está depressivo do que quando está feliz ou vice-versa.
Exercício – Você anda, sobe escadas ou faz exercícios regulares? Você vai de carro quando pode ir a pé? Quanto tempo você fica sentado?
Anotar essas informações pode torna-lo consciente das circunstâncias físicas e sociais em que você tende a comer demais ou ficar fisicamente inativo. Esse conhecimento pode ser usado para ajudar a implementar as mudanças de comportamento que podem facilitar o controle de peso. As sugestões abaixo são importantes.

Alimentos que devem ser consumidos

1- No lanche, coma alimentos de baixa caloria.
2- Planeje suas refeições com alimentos que tenham alto conteúdo de nutrientes e baixo conteúdo de calorias.
3- Planeje suas refeições para o dia todo.
4- Coma alimentos não processados ou com processamento mínimo.
5- Permita-se quantidades bem pequenas dos alimentos com alto teor de calorias que você gosta, mas respeite as limitações calóricas diárias.

Compra de alimentos

1- Não faça compras quando estiver com fome.
2- Prepare uma lista de compras e não se desvie dela.
3- Compre apenas alimentos com alto teor de nutrientes e de baixa caloria. Leia o rótulo nutricional dos alimentos.
4- Compre alimentos naturais sempre que puder.

Armazenando os alimentos

- Conserve alimentos de alta caloria fora da sua vista e em recipientes fechados ou no armário.
- No lanche, tenha sempre à mão alimentos de baixa caloria, como cenoura e rabanete.

Preparo dos alimentos

1- Compre apenas alimentos que precisam de alguma forma de preparação.
2- Não acrescente gordura ou açúcar, se possível.
3- Prepare apenas quantidades pequenas.
4- Não sirva alimentos à mesa em grandes recipientes.
5- Sirva comida num prato, de preferência pequeno.

Local

1- Coma sempre no mesmo lugar, como a cozinha ou a sala de jantar.
2- Numa festa, evite ficar em locais como a cozinha ou perto da mesa de salgados.
3- Evite restaurantes onde você tem maior probabilidade de comer alimentos de alta caloria.

Comer em restaurante

1- Ao comer fora, escolha alimentos de baixa caloria.
2- Peça que sua comida seja preparada sem gordura.
3- Peça que os condimentos como manteiga, maionese e molho de salada sejam servidos a parte.

Métodos de comer

1- Coma devagar, mastigue muito bem o alimento ou beba água entre os bocados.
2- Coma com alguém, pois a conversa pode desacelerar o mecanismo da fome.
3- Corte o alimento em pequenos pedaços.
4- Não faça outras atividades enquanto come, como assistir TV.
5- Relaxe e curta a comida.
6- Coma apenas nos períodos programados.
7- Coma até se sentir satisfeito e não cheio.
8- Distribua suas calorias ao longo do dia, comendo pequenas quantidades em um maior número de vezes.

Atividade

1- Caminhe mais. Estacione o carro ou desça do ônibus a certa distância do trabalho. Faça uma caminhada rápida com o cachorro.
2- Use a escada em vez do elevador sempre que possível.
3- Na hora do intervalo, faça uma caminhada rápida em vez de tomar café com bolachas.
4- Envolva-se em atividades com outras pessoas, de preferência atividades físicas que queimem calorias.
5- Evite rotinas noturnas sedentárias.
6- Inicie um programa regular de exercício aeróbico, incluindo exercícios de força.

Atitude mental

- Reconheça que você não é perfeito e que deslizes podem acontecer.
- Lide com seus deslizes de maneira positiva, deixe-os de lado e retorne a seu programa.
- Coloque lembretes na porta da geladeira de casa ou no telefonema do trabalho.
- Recompense-se por continuar seguindo seus planos.

Autodisciplina e controle

- Torne a perda de peso prioridade máxima.
- Pense nessa prioridade toda vez que for comer.
Procure sempre um profisional da área para lhe auxiliar!
Faça já a sua consultoria nutricional :
Saiba Mais :
nutricionistafun@gmail.com

15 de novembro de 2015

Chocolate faz bem para a saúde!!


 
Não poderíamos deixar de mencionar as propriedades e benefícios deste alimento que hoje é também considerado Funcional.
O Cacau, presente nos chocolates, é o alimento de maior potencial antioxidante em uma escala chamada ORAC, sendo portanto, muito usado nas dietas antienvelhecimento e anticâncer.       
         
É importante salientar que o chocolate que possui maior número de substâncias antioxidantes e benéficas à saúde é o do tipo amargo. Uma porção de 40g de chocolate ao leite fornece 394mg de antioxidantes polifenóis enquanto que na mesma porção de chocolate amargo a quantidade é de 951mg. As gorduras que compõe o chocolate amargo ajudam a aumentar o HDL (colesterol bom), além de melhorar o estado de humor. 

Várias pesquisas demonstram que os flavonoides do cacau reduzem o risco de trombose, melhoram a pressão arterial e ainda estimulam a resposta imunológica. Porém, todos esses benefícios funcionais do chocolate amargo não se aplicam ao tradicional e ao branco, devido às gorduras saturadas do leite que são acrescentadas no processo de fabricação.

Mas vale sempre lembrar que o consumo excessivo pode levar ao ganho de peso e com isso todas as complicações associadas. Então, usufrua sim, mas com moderação!!   


Fonte :Batômetro